
Sejamos sinceros. O consumo excessivo de álcool é pouco mais que uma forma social e aceitável de suicídio.
Como sociedade, nós sabemos que o álcool está relacionado com 3,3 milhões de mortes anuais no mundo. E sabemos que o consumo excessivo de álcool destrói não só vidas, mas também às famílias e comunidades inteiras.
No entanto, ainda promovemos sair e chegar bêbado sexta-feira à noite como uma grande forma de celebrar as conquistas. Tratamos as pessoas suicidas com precaução e cuidado enquanto fazemos ignorar do consumo excessivo de álcool de nossos colegas de trabalho e o vemos como algo totalmente normal.
Aqui há 4 perigos mortais associados com o consumo excessivo de álcool, o que todos nós precisamos que nos lembrem-se.
1 – Dano hepático

Para ambos, homens e mulheres, um consumo superior a 40 gramas de álcool por dia é o suficiente para causar dano hepático grave. Essa quantidade se consegue apenas com quatro cervejas.
Beber além desse valor, sobrecarga no fígado com a enzima tóxica acetaldeído. Esta enzima que danifica as células do fígado, causando cicatrizes permanentes. O álcool também prejudica seu intestino, inundando o fígado de toxinas contidas normalmente pelo intestino.
Estes efeitos levam a uma série de doenças, incluindo a doença de fígado gordo, hepatite e doença autoimune.
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2 – Aumento do risco de câncer
No início deste ano, os pesquisadores deram a conhecer uma informação inovadora que se destaca a conexão de álcool de vários tipos de câncer. Isso inclui os cânceres de boca e garganta, esôfago, laringe, fígado, cólon, reto e da mama.
Este risco, é claro, se aplica especialmente para os grandes consumidores. Um estudo revelou que, por cada duas bebidas que se consomem diariamente, o risco de câncer intestinal aumenta em 8%.
E é que a ação do álcool como solvente, é fácil para os cancerígenos ambientais (dos quais há uma tonelada), a entrar no seu corpo.
3 – Desidratação

Uma vez dentro de seu corpo, o álcool age como um diurético, fazendo com que seu corpo elimine muito mais água do que a bebida alcoólica lhe forneceu. Isto se deve a que a embriaguez bloqueia o hormônio ADH, um hormônio que diz ao seu rim que reabsorver a água.
Esta desidratação afeta tanto a pele como para o cabelo. Com o passar do tempo, também leva a um dano cerebral grave e permanente.
No entanto, a desidratação não é a única forma em que o álcool ataca o cérebro …
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4 – Doença mental
Com o tempo – uma vez que você está relaxado e o efeito calmante desapareceu – a embriaguez atua como um depressor. Isto é devido ao modo em que o álcool desordena a química do seu cérebro, afetando o delicado equilíbrio dos neurotransmissores que fazem funcionar normalmente.
Para as pessoas que bebem muito regularmente, este efeito pode chegar a ser permanente. Com o tempo, a embriaguez perderá o seu efeito calmante inicial por completo, e em seu lugar ocorrer agressividade e desconforto.
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